quarta-feira, 26 de março de 2008

"O Circo das Palavras Voadoras de A a Z"

Os alunos de 2ºano (turma da manhã) da Escola de São Roque leram a obra
de
Depois dividiram-se em grupos para realizarem actividades de escrita criativa.
Eis um dos resultados finais:

A 4 Vanessa era uma menina pequena que não sabia ler nem escrever,
B 4 Brincava com o pai e
C 4 Cantava melodias.
D 4 D, o desarrumador, gostava de desarrumar.
E 4 Era uma vez uma flauta,
F 4 Flauta que deu a volta ao mundo e que
G 4 Gostava de tocar músicas bonitas.
H 4 Hospital das Letras cuidava das letras doentes.
I 4 entrava no nome da Inês.
J 4 era um trapalhão que não parava de rir.
K 4 era uma letra triste porque não entrava nas palavras.
L 4 Lá no circo haviam milhões de letras,
M 4 Malabaristas, desequilibristas e muitos mais…
N 4 Não se preocupavam com as alturas.
O 4 jogou à bola e ficou todo torcido por fazerem dele uma bola.
P 4 de pai da Vanessa que a levou à Escola das Letras.
Q 4 Quarteto músical fez uma viagem.
R 4 era uma letra rápida!
S 4 de saxofone que entrava na orquestra.
T 4 gostava de tocar trombone.
U 4 entrava na palavra “união”.
V 4 de vento forte que a flauta sentiu em França.
W 4 sentia-se mal por ser pouco usado.
X 4 era uma letra mandona.
Y 4 sentava-se num cantinho triste e sozinho.
Z 4 era uma letra que se zangava com todos!

quarta-feira, 12 de março de 2008

Um grande aquário

Os alunos do 2º ano da manhã de São Roque da Lameira, depois de terem abordado a obra “O Aquário” de João Pedro Mésseder, resolveram em conjunto construir um grande aquário de cerca de 1, 20m em esferovite.
É com gosto que o partilham com a restante comunidade educativa do Cerco.


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Reflexão sobre o livro «O Aquário»

O Mundo em que vivemos também podia ser um aquário.
Não seria difícil encontrar «peixes azuis», invejosos, maus, egoístas, medrosos,…
E «peixes pretos», com listas vermelhas brilhantes, também encontrávamos alguns, protectores, calmos, lentos e amigos e claro, mais velhos.
Também se encontrariam alguns «peixes vermelhos», humildes, tristes, solidários, inteligentes, amigos e brilhantes.

Serão as cores, o tamanho, a forma, enfim o aspecto, importantes para que sejamos aceites no espaço em que estamos inseridos?

Certamente que não.

O que precisamos é respeitar estas diferenças. O que mais importa é o que vem de dentro, os sentimentos que aprendemos a ter e a dar, é o que tem valor. Respeitar estas diferenças não custa nada e, já agora, ser solidário também não.

Será que nós não podemos fazer nada para alterar esta forma de agir e pensar?

Turma 2º/3ºC - Corujeira


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Hora do conto na Corujeira


Hoje, dia 21 de Fevereiro, a contadora de histórias da Biblioteca Almeida Garrett contou-nos a história “Hipólito, o filantropo” de Eric Many... e que bem que ela contou.

Hipólito é um hipopótamo filantropo que andava triste por pensar que filantropo era um insulto que os seus amigos da selva lhe dirigiam. Sabem que o nosso Hipólito até chegou a pensar que filantropo era uma palavra feia?

Foi difícil descobrir, mas, no final da história, Hipólito conseguiu perceber que chamar filantropo a alguém é um grande elogio!

Leiam o livro e descubram vocês mesmos o que é ser filantropo. E já agora, o que é ser misantropo…

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

domingo, 17 de fevereiro de 2008

"O Aquário" em imagens

O primeiro contacto com a história do livro "O Aquário" foi através de uma contadora de histórias.
Posteriormente, a nossa professora leu o livro e mostrou-nos as ilustrações. Nós gostámos da história e decidimos recontá-la através de imagens.
Como estamos a iniciar a aprendizagem da leitura, a professora desafiou-nos a sublinhar neste livro as palavras que já conseguimos ler. Foi engraçado! Não imaginávamos que já sabíamos ler tantas palavras.
Turma 1ºB da Escola da Corujeira


quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

O “outro lado” do Aquário


Era uma vez um aquário com três peixinhos azuis. Eram muito amigos, muito unidos e viviam felizes no seu pequeno mundo. Passavam os dias a brincar e a pregar partidas uns aos outros para não ficarem aborrecidos.
Um dia, apareceu no aquário um peixinho vermelho. Tinha barbatanas finas e brilhantes. Parecia muito vaidoso e fidalgo.
Os três amigos azuis não sabiam o que fazer. Esperaram que o novo vizinho se viesse apresentar, mas ele afastava-se deles. Então, continuaram a sua vida sem lhe ligar. De vez em quando tentavam aproximar-se do peixe vermelho e brincavam à volta dele. O peixe vermelho fugia deles e começaram a pensar que ele se achava superior.
Algum tempo depois, colocaram no aquário um peixe preto enorme. Os peixinhos azuis ficaram com medo. O pequeno mundo deles estava cada vez mais pequeno porque tinha mais dois habitantes. Aqueles peixes tinham-lhes roubado o espaço!
Realmente, o peixe vermelho começou a percorrer todo o aquário acompanhado pelo peixe grande como guarda-barbatanas.
Os peixinhos azuis brincavam escondidos e só comiam quando os outros se afastavam para descansar.
O pior foi quando se perceberam que o peixe preto estava doente. Havia uma doença no aquário e não demorou muito até os peixinhos azuis começarem a sentir-se mal. Os três amigos já não tinham forças para nadar e estavam revoltados.
Depois aconteceu uma coisa extraordinária. Talvez por se sentir culpado, o peixe vermelho começou a ajudá-los e a levar-lhes comida. Aquele peixe era esquisito mas tinha bom coração!
A seguir fez uma coisa extraordinária. Nadou, rebolou e até saltou fora de água para alertar o humano que ainda não sabia da doença dos peixinhos. E conseguiu. Limparam a água do aquário e todos os peixes começaram a ficar bons.
A catástrofe serviu para todos os peixes se unirem e ficarem a conhecer-se melhor.
Os peixinhos azuis ganharam dois amigos interessantes e a sua vida no aquário tornou-se mais divertida.

Turma 3ºB da Escola do Falcão