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quinta-feira, 13 de maio de 2010

Resumo de "Os Segredos do Arco-Íris"

A turma do 2º ano da Escola EB1/JI Senhora de Campanhã trabalhou o conto “Os Segredos do Arco-íris” da obra Pincesas, Príncipes, Fadas e Piratas com Problemas. A história foi resumida e contada em verso. No final foi ilustrada dando origem a um cartaz.

Os Segredos do Arco-Íris

Era uma vez um Príncipe chamado Igor, que vivia num castelo com os seus pais, a Rainha Luana e o Rei Mali.
O Igor tinha uma irmã que estava doente. Um dia, a sua irmã pediu-lhe que fosse buscar uma laranja ao pomar. Igor hesitou, mas fez a vontade à sua irmã Lícia. Quando o Igor chegou trouxe um limão na mão e a irmã disse-lhe:
- Isto não é uma laranja, é um limão!
Igor ficou aborrecido, mas sorriu. Foi ter com o seu pai, o Rei Mali. O seu pai pediu-lhe que apanhasse o fogo e o Igor ficou muito quieto.
No dia seguinte, o Rei Mali fez o último teste ao Igor. Pediu-lhe que fosse buscar uma salamandra amarela. O Igor ficou quieto, mas fez a vontade ao Rei Mali, o seu pai.
Quando o Igor chegou ao castelo, trouxe uma lagartixa verde. O Rei Mali achou muito estranho e chamou um sábio, o Professor Euluminado.
O Professor Euluminado disse à Rainha Luana e ao Rei Mali, que o Igor não conseguia distinguir as cores e disse:
- Só há uma palavra correcta para esta doença, é Incolorísmo. Mas isso não o impede de pegar na espada? Não o impede de montar um cavalo? O Igor pode não distinguir as cores, mas tem outros bons sentidos, como o tacto, a audição e o olfacto. Entretanto, a sua irmã disse-lhe:
- Igor, podes ir buscar uma maça vermelha?
- Isso é fácil – disse o Igor. Consigo distinguir pelo cheiro, são as maçãs mais docinhas.
Igor foi ao bosque e encontrou uma menina descalça. Igor perguntou à menina:
- Como te chamas?
- Eu chamo-me Íris e tu?
- Eu sou o Príncipe Igor.
- Como podes ser um Príncipe! Não tens um elefante, nem um turbante!
- Um elefante! E o que é um turbante?
- Um turbante é uma espécie de coroa. Na minha terra, os Reis têm que usar um turbante e têm que ter um elefante. A minha mãe disse que as coisas eram diferentes.
- Igor, agora tenho que ir.
- Íris, posso ir contigo?
- Não sei, vou perguntar à minha mãe.
A mãe da Íris disse que sim.
Igor entrou e logo que entrou cheirou um aroma. Pôs as suas mãos na tinta lilás e pareceu-lhe ter visto o lilás. Perguntou à Íris qual era a sua cor preferida e ela respondeu:
- A minha cor preferida é o laranja e a tua?
- Não tenho cor preferida – disse o Igor
Igor, King e Íris olhavam para o céu e de repente apareceu um arco. Íris disse a Igor:
- Era tão bom que conseguisses ver as cores, Igor. O arco-íris tem 7 cores: o encarnado, laranja, amarelo, verde, azul e o anil.
Igor imaginou o amarelo como se fosse salamandras amarelas, o verde como se fosse uma cascata com relva.
Igor, King e Íris foram para o castelo, pois a festa da Primavera chegara. Igor convidou a Íris e a Vinita, mas o Rei Mali não aceitou. Igor ficou triste e voltou a ver cinzento. Ele só via as cores quando estava feliz. O Rei Mali com esta situação voltou a pensar e aceitou. Igor ficou contente. Íris tinha deixado um presente no jardim para o Igor. Quando o Igor se aproximou do jardim viu um elefante, tal como a Íris tinha prometido a Igor. O elefante tinha um bilhete na tromba que dizia:

Agora vais ser rei.
As cores já estão dentro do teu coração.
Para sempre, Íris

segunda-feira, 15 de março de 2010

“Segredos do Arco Íris”

Olá!

Na semana da leitura trabalhámos a história “Segredos do Arco Íris” da obra Princesas, Príncipes, Fadas e Piratas com Problemas.

Numa primeira fase a nossa professora contou-nos a história, posteriormente nós recontámo-la. E quisemos também recriá-la, mas desta vez sob a forma de banda desenhada... Com muita imaginação, eis os resultados ...

Turma do 1ºA



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Versejar as histórias


Com cores

É o arco das cores
Que no céu se levanta…
Parecem lindas flores
Que Igor sente!
Seus olhos apenas viam
Preto e branco…
Veio Íris
Misturada com cores e luz
E Igor soube!
O Príncipe via o preto
Quando vinha a tristeza!
O vermelho a arder
Quando sentia raiva!
O vermelho a aquecer
Quando agarrava o coração…
Iris mostrou um mundo colorido
Abrindo o sorriso como um turbante!
As cores…
No coração
Um arco-íris maravilhoso!

2.º A – Corujeira

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Da má sorte das princesas...

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...diz João Pedro Mésseder que nascem nomes de lugares.

O 4º A continuou a falar de lendas e a descobrir, no conto deste autor, a origem de algumas localidades que ficam aqui bem perto.

Rio Tinto
No tempo da reconquista cristã, houve neste local uma batalha entre mouros e as tropas de Hermenegildo. Morreu tanta gente que o sangue dos mortos e feridos acabou por tingir o rio que ali passa. A partir de então, este local passou a chamar-se Rio Tinto.


Montezelo
Montezelo é um monte que fica em Valongo e chama-se assim porque diz-se que, neste local, morreram três pessoas: um mouro, filho do senhor de Córdova, uma princesa cristã, chamada Dulce, e o irmão dela. O mouro por ciúmes e querendo zelar a sua honra, matou o irmão da sua mulher Dulce, julgando que era seu amante e, de seguida, suicidou-se. D. Dulce com a dor morreu também. O nome Montezelo resulta de monte+zelo (zelar – cuidar muito).

Pé de Moura
Pé de Moura é um local da margem esquerda do Rio Douro. Lá há uma rocha que parece ter a marca de um pé. O povo diz que é a marca do pé de uma moura e que ela o deixou aí gravado quando saiu do barco em que fugia com o seu amado da perseguição dos cristãos.


Lomba
Os dois apaixonados, que deram origem ao nome da localidade Pé de Moura, continuaram a fugir, subindo uma pequena encosta e chegaram a uma mata. Esse local ficou conhecido por Lomba.


Pedorido
O mouro e a moura continuaram a fugir, o caminho era difícil e a moura queixou-se com dores nos pés. A esse local passou-se a chamar Pedorido.





Raiva
Os dois continuaram a fugir dos cristãos até que chegaram a um lugar em que sentiram muita revolta. Por isso, a esse lugar deu-se o nome de Raiva.

Rio Mau
Este mouro e esta moura continuaram a fugir. Entraram de novo no barco, mas houve uma tempestade e o barco naufragou. Ao local onde o barco foi ao fundo o povo passou a chamar Rio Mau.


Moura Morta
O corpo desta princesa moura foi empurrado pela água e apareceu na margem, num local a que se chama Moura Morta.

Turma 4º A

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

À VOLTA DE UM CONTO...

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Já tínhamos ouvido falar de lendas. Contudo, ao ler o conto de J. Pedro Mésseder "Da má sorte das princesas nascem nomes de lugares", resolvemos pesquisar e aprender mais sobre o assunto.




O que é uma lenda?
Lenda é uma história inventada pelo povo para explicar aquilo que é difícil perceber. Normalmente, uma lenda tem um fundo de verdade, mas está cheia de imaginação popular. As lendas eram histórias transmitidas oralmente de pais para filhos e só mais tarde é que passaram à forma escrita.

Há vários tipos de lendas: religiosas, históricas, ligadas aos nomes dos locais, a figuras fantásticas, como os gigantes, o diabo, bruxas, monstros…

As lendas religiosas falam de figuras religiosas que interferem na vida dos humanos. "A Lenda de S. Martinho" é um exemplo de lenda religiosa.

As lendas ligadas aos nomes dos lugares explicam o nome dado a determinados locais. Como exemplos destas lendas, temos: “A Lenda de Rio Tinto”, “A Lenda de Cascais”, “A Lenda de Valongo”, “ A Lenda de Contumil”, "A Lenda de Moura"…

As lendas históricas falam de figuras da História de um país, mas também de monumentos e factos importantes. Como exemplo, temos “A Lenda da Padeira de Aljubarrota”, “ A Lenda de D. Sebastião”, “A Lenda da Torre dos Clérigos”…

As lendas ligadas às figuras fantásticas explicam determinados acontecimentos através da intervenção do Diabo, de monstros, de bruxas… Como exemplo, podemos falar da “Lenda do Gigante Adamastor”.




Para conheceres algumas das lendas que descobrimos, basta clicares nos livros















Turma 4º A