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segunda-feira, 7 de junho de 2010

A fada Oriana

A turma do 3ºA da Escola da Corujeira escreveu, com símbolos, a história da fada Oriana.
A história quase pode ser lida só através dos símbolos desenhados por cima das palavras.
As paredes do corredor ficaram cheias de palavras e imagens...

Vejam as fotografias...




domingo, 9 de maio de 2010

Sugestão: "Animais à Solta"

Esta sugestão de leitura insere-se no âmbito do projecto “Hora do Conto” da turma do 2ºA da Escola do Falcão. A “Hora do Conto” tem lugar todas as semanas na nossa sala de aula. Pretende-se, desta forma, fomentar nas crianças o gosto pela leitura do livro infantil, promovendo o desenvolvimento das suas capacidades imaginativas e criativas e incutindo hábitos de leitura.

Sinopse
Porque é que não existem animais do jardim zoológico na quinta, animais da quinta em casa e animais domésticos no jardim zoológico? Foi esta a brilhante ideia do João e do Miguel – trocar os animais de sítio!
A ovelha já devia estar cansada de falar sempre com ovelhas e carneiros e o tigre já tinha os pêlos em pé de conviver só com outros tigres… mas nem tudo correu às mil maravilhas! A cobra, o tigre, a ovelha, o peixe-dourado e o periquito mudaram mesmo de casa! Pobres animais…

quarta-feira, 17 de março de 2010

quinta-feira, 11 de março de 2010

"O Pássaro da Alma" de Michal Snunit

Michal Snunit, autora israelita, tem sido considerada uma das melhores escritoras infantis contemporâneas e a sua obra originalmente destinada aos mais pequenos tem vindo a ser lida por adultos com o mesmo prazer. Um livro para todas as idades que nos explica de forma poética o que é a alma. Na semana passada ouvimos ler a história de Michal Snunit, "O Pássaro da Alma". É uma história muito interessante, pois até está relacionada com o nosso PCT.

Eis alguns valores de que nos fala o livro e que os seres humanos possuem; alguns bons, outros menos bons:
AmorAmizade
AlegriaInteligência ...
TristezaRaiva
Preguiça Ódio ...



EB1 Falcão - 4ºB

domingo, 7 de março de 2010


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Mais uma vez, o 4º A e o 10º E de Literatura encontraram-se e deram "Um Lugar aos Clássicos".

Desta feita, os alunos mais crescidos trouxesseram a Farsa de Inês Pereira de Gil Vicente, cheia de provérbios, e os mais pequenos apresentaram a encenação da Nau Catriena, uma lenda contada em verso, de origem popular, recolhida por Almeida Garrett.

Se quiserem conhecer/recordar o poema, devem clicar na nau.
A Farsa pode ver-se no sector do Secundário deste Blogue.
Para todos se lembrarem deste encontro, aqui fica uma seleção de imagens recolhidas nesse dia.


quinta-feira, 4 de março de 2010

O Espantalho Enamorado

Depois de ouvirmos a linda história de amor entre o espantalho Gustavo e a menina–espantalho chamada Amélia fizemos o reconto. De seguida cada um pintou um espantalho a seu gosto. Ficaram todos bonitos, mas escolhemos o do Tiago como o mais giro.

Era uma vez um espantalho chamado Gustavo que estava apaixonado por uma menina-espantalho chamada Amélia, que vivia no topo da colina. Ele sonhava com o dia em que a iria abraçar.
Ele tinha muitos amigos, principalmente os pássaros que devia espantar. Eram eles que levavam as suas mensagens de amor à Amélia. Em troca deixava-os picar o milho.
Um dia veio um caçador. O Gustavo, para avisar os seus companheiros, gritou:
- Inimigo à vista.
E rapidamente todos os animais desapareceram, mas uma codorniz não foi suficientemente rápida e o caçador disparou contra ela. Quando o caçador andava à sua procura o Gustavo viu que a codorniz estava escondida no seu bolso. O caçador, como estava com muito calor, pôs o seu cachecol no braço do Gustavo e foi-se embora.
A codorniz saltou do bolso do Gustavo e agradeceu-lhe por lhe ter salvado a vida.O Gustavo pediu então à codorniz que levasse o cachecol à Amélia porque devia estar cheia de frio, e foi o que ela fez. Quando chegou lá, contou à Amélia que Gustavo gostava muito dela e que queria casar com ela. Ela acenou-lhe com o cachecol. O caçador, entretanto, voltou e queria o seu cachecol de volta. Como Gustavo já não o tinha o caçador ficou furioso e quando se aprontava para tirar o casaco e a camisa ao Gustavo, os seus animais lançaram-se ao ataque e o caçador pegou no Gustavo e foi subindo a colina com os animais atrás dele, até que chegaram ao pé da Amélia. O caçador pousou-o ao lado dela e eles finalmente abraçaram-se, casaram e foram felizes para sempre.

Turma 3ºB - Escola do Falcão

O Isqueiro Mágico


Era uma vez um soldado que um dia foi à floresta e encontrou uma bruxa em cima duma grande árvore. A bruxa disse ao soldado para ir ao interior da árvore buscar um isqueiro. O soldado concordou e foi ao interior da árvore. O soldado desceu com uma corda e encontrou três cães que estavam a guardar a porta. Com alguns feitiços que a bruxa lhe ensinou conseguiu atravessar os cães. O soldado entrou e viu uma grande arca com ouro e lá estava o isqueiro que a bruxa lhe pediu. Quando o soldado se dirigiu à bruxa, esta tentou-o matar e ficar com a arca e o isqueiro. O soldado fugiu, levando a arca com o isqueiro e o ouro, e ficou rico. Foi para um hotel de cinco estrelas, pediu o melhor jantar, deu dinheiro aos pobres, comprou roupas novas e foi a bailes e festas. O soldado ficou sem dinheiro nenhum, mas lembrou – se do isqueiro. Mal abriu a porta encontrou um dos cães a roncar. O soldado sabia que o isqueiro era mágico e pediu para encher a arca com ouro. O soldado ficou rico outra vez e voltou à sua vida normal.

Resumo da História feito pela Inês, 2ºano, da Escola Nª Srª de Campanhã

Para ouvires esta história e veres as ilustrações, clica na imagem.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Lenda de uma Princesa Moura


A moura fugia com o seu amado
Mal numa rocha tocou
Seu pé ficou marcado
E ao lugar Pé de Moura se chamou

Matagais e subidas
Eles passaram
Lomba foi o nome
Que lhe chamaram

De muito caminhar
A princesa moura já cansada
O pé dela estava dorido
Passou a chamar-se Pedorido

Com a sua sorte
A princesa irritada
Passou num lugar
E Raiva se passou a chamar

Zangada com a sua sorte
Continuou a navegar
Ao passar num lugar
Raiva se passou a chamar

A Moura e o seu amado
Ao navegar foram ao encontro do azar
Foi ao fundo o barco de pau
E ficou a chamar-se Rio Mau

Ela e o seu amado morreram
Nunca mais cá apareceram
A Moura apareceu na margem
Ficou a chamar-se Moura Morta

4º A, Escola N.ª Sr.ª de Campanhã

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

“A Lenda das Sete Cidades” de Mariana Bradford

Os alunos do 3ºA, a propósito do património oral, trabalharam a obra proposta no Plano Nacional de Leitura, "A Lenda da Sete Cidades" de Mariana Bradford.Foi uma obra muito apreciada por todos os alunos.
Entre muitas actividades, dramatizaram a história e fizeram uma banda-desenhada, registando os momentos mais importantes.
Estas actividades foram muito divertidas e todos acharam interessante conhecer a lenda que justifica a existência de duas lagoas, uma azul e outra verde, na bonita ilha de S. Miguel, pertencente à região Autónoma dos Açores.
Os alunos do 3ºA da Escola N.ª Sr.ª de Campanhã recomendam a leitura…

sábado, 20 de fevereiro de 2010

A Bruxa Mimi no Inverno

Olá amiguinhos!

A nossa professora leu-nos uma história que gostámos muito, A Bruxa Mimi no Inverno de Korky Paul e Valerie Thomas, por isso vamos partilhá-la com vocês.


Era uma vez uma bruxa chamada Mimi, tinha o seu jardim coberto de neve e estava farta do Inverno. Vivia com o seu gato Rogério, este também já estava farto de ter os bigodes enregelados. Um dia, a Mimi, abriu o seu livro de feitiços e fez magia. Depois de dizer algumas palavras mágicas, a bruxa fez com que o Verão voltasse ao jardim da sua casa.
Vendo o que tinha acontecido, uma multidão correu para o seu jardim, aqui colocaram de lado as roupas de Inverno e começaram a fazer tanto barulho que a Mimi começou a achar que o Verão era horrível. Voltou para dentro de casa, disse novamente as palavras mágicas e ... Começou de novo a nevar! Por fim, no quentinho da sua cama, a Mimi chegou à conclusão que o Inverno não era assim tão mau.

Depois da leitura, dividimos a história em quatro momentos e fizemos os respectivos desenhos.
Aqui estão...

Turma 1ºA - Escola do Falcão

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Um poema...

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Meu amigo

Ter um amigo
É ter um mundo inteiro…
É brincar, aprender, ajudar
Com um sorriso aberto!
Ter um amigo
É partilhar o mesmo olhar
É um abrigo perpétuo!
Meu amigo
Nunca estou só
Basta estender a mão
E o meu mundo ilumina-se!
É caminhar lado a lado
É ver o mesmo sol,
Deixar, na areia, as mesmas marcas,
Trepar aos mesmos ninhos…
Ter um amigo
É um baú valioso
A transbordar de riquezas…

TURMA 2.º A
(participação no concurso "Faz lá um poema")

terça-feira, 24 de março de 2009

Na semana da leitura...


Na semana nacional da leitura turma do 2ºA da professora Graça Leite, teve o prazer de receber pessoas que se disponibilizaram a vir à escola participar, de uma forma, profícua e empenhada na comemoração desta semana tão importante.

Na Segunda-feira a professora Ana Paula Rego leu "O gato das botas" uma adaptação de Maria Alberta Menéres. Na Terça-feira a mãe de um aluno leu "Seis Ratos e um Ouriço-cacheiro" de Becky Bllom e Pascal Biete. Na Quinta-feira a avó de uma aluna leu "O soldado João" de Luísa Ducla Soares. Na Sexta-feira o pai de uma aluna leu "O ratinho marinheiro" de Luísa Ducla Soares.

Os alunos partilharam conhecimentos e experiência vivenciadas com as várias pessoas e, adoraram escutar a leitura dos livros. Fizeram ilustrações usando lápis de cor, lápis de cera e marcadores. Modelaram com plasticina e colaram a construção num rectângulo de cartolina.

Foi uma semana vivida com alegria, satisfação e enorme contentamento!

terça-feira, 10 de março de 2009

Planicície dos Sonhos

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Lemos "Planície de sonhos" de Conceição de Sousa Gomes e resolvemos poetizar...


Planície de sonhos

Era uma vez
um menino chamado Gaspar,
ele vivia no Alentejo,
que é um lugar de encantar.

Não estava atento nas aulas,
o professor a ralhar
mas ele tinha a cabeça na lua,
estava sempre, sempre a imaginar…

Os livros para a relva atirava,
corria, saltava, rodopiava,
e até às árvores trepava.

Conheceu um menino da cidade
que contava histórias
de lugares longínquos, mas a verdade
é que aquelas histórias ficaram sempre
na sua memória.

O Gaspar também contou histórias
das planícies douradas,
que eram pelo menino da cidade
muito imaginadas.

No final o menino da cidade
pensava que as suas histórias
eram piores do que as do Gaspar,
mas na realidade, eram todas
histórias de encantar.

Pedro Mendes





Planície de sonhos

Era uma vez um menino
que vivia no Alentejo encantador,
Alentejo esse
que era o seu amor!
Ele nunca estava atento
nas aulas do professor…
Até que chegou da cidade um menino
com histórias maravilhosas,
que ele, entusiasmado,
ouviu com atenção.
E o Gaspar,
nos seus sonhos,
sempre imaginava
histórias encantadas,
esboçadas a partir da sua planície.

Catarina Silva



4º B

sábado, 7 de março de 2009

Com a poesia...

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No passado dia 27 de Fevereiro e no âmbito do Encontro "ESCOLA: HÁ LUGAR PARA NOVOS CRIADORES?", o 3º A disse poesia no Auditório da Biblioteca Almeida Garrett.

Desde o 1º ano que este grupo lida de uma maneira muito regular e "amigável" com a poesia e os poetas.
Em todos foi logo visível um gosto particular pela brincadeira de sons e ideias tão característica deste tipo de texto. Assim, memorizar e recitar de forma encenada os poemas de que mais gostam é sempre uma festa.

Da manhã do dia 27, ficam aqui algumas imagens.






Este foi, pois, mais um momento em que o grupo esteve "com a poesia", mas, desta vez, num palco e para gente grande ver e ouvir. Nesse dia, encontraram-se com os colegas do 11º C, com quem têm tido alguns "Encontros Literários" e gostaram muito de os ouvir dizer, de novo, o poema "Romance do Aquário", de J. Pedro Mésseder.

Foi uma ocasião especial e que vai ficar na memória de todos.

Os alunos, a propósito, disseram:

"Eu penso que a ida à Biblioteca Almeida Garrett foi muito divertida e diferente. Um colega meu era o apresentador e estava nervoso, porque ele dizia que se podia enganar, mas não se enganou.(...) Eu senti-me um bocadinho envergonhada, mas muito feliz. A professora disse que nos portámos muito bem e, no fim, as pessoas bateram palmas e eu gostei." (Francisca)

"Eu fui o apresentador e ao princípio estava nervoso, mas quando fui para o palco deixei de estar." (Miguel)

"Eu pensei que podia ir lá outra vez, é um sítio bom para dizer poesia a um público." (João)

"As poesias correram bem, porque dissemos com vontade e alegria." (Rafael)

"Eu gostei de declamar as poesias, pois acho que a poesia é uma canção de embalar." (Daniela)

"Eu gostei de lá estar, mas quando olhei para aquela gente disse assim: Tem calma, Ana. E assim aconteceu e gostei mesmo muito de lá estar." (Ana)

"Por mim, acho que todos nós gostamos muito de dizer poesia e qualquer dia vamos ser uns grandes poéticos." (Tatiana)

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Das poesias recitadas, escolhemos esta, que fala do Porto, cidade de granito, que tantas saudades deixa a quem daqui parte.

O Emigrante [Campanhã]

Adeus, ó pedras do Porto,
Tão frias, pela manhã,
Eu vou partir num comboio
Na estação de Campanhã.

Adeus, ó sinos da Sé,
Vendedeiras do Bolhão,
Adeus ó fogo em que ardi
Na noite de S. João.

Adeus, ó verde cavalo
Da Praça da liberdade
E Douro que me douraste
Os sonhos de cada idade.

Ai, como pesa a saudade
Numa mochila vazia…
Eu vou para o fim do mundo
Mas hei-de voltar um dia.

Luísa Ducla Soares

segunda-feira, 2 de março de 2009

Conversas com um escaravelho

Era uma vez um escaravelho da batata chamado Bocage e uma menina chamada Ana.


“- Estás a gostar ou não? Respondes ou não? Então não respondes?”


Pois se não respondes é porque ainda não leste esta história tão divertida de Manuel António Pina presente na obra “O Têpluquê e outras histórias”, e que os alunos do 2ºA da Escola do Falcão tanto apreciaram. Diverte-te com esta história, que encontras na biblioteca da escola, e ,já agora, aproveita e lê também as outras do mesmo livro.

A girafa que comia estrelas


Olímpia é uma girafa diferente porque é muito alta e anda sempre com a cabeça nas nuvens. A sua mãe, D. Augusta, é que não gosta nada disso porque Olímpia pode constipar-se e isso é o que de pior pode acontecer a uma girafa, por causa do tamanho do pescoço. Olímpia, à noite, sobe ao morro mais alto da savana e come estrelas, mas o que ela quer mesmo é encontrar anjos. Nas nuvens apenas encontra uma galinha do mato muito engraçada que aí vive chamada D. Margarida, e as duas vivem uma bonita amizade e mostram-nos que com um pequeno esforço podemos sempre dar o nosso contributo para resolver grandes problemas.


2ºA - Escola do Falcão

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

"Elmer e Allen"

Ao trabalhar o livro "Elmer e Allen" de David McKee, pretendeu-se levar os alunos a constatar, que apesar das diferenças físicas, podemos ser aceites e respeitados pelos outros, promovendo a importância de aprender a viver em comunidade.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

As poções secretas da professora Parassalsa

Era uma vez uma professora chamada Parassalsa. Ela era famosa. Era a melhor cientista do mundo. A professora tinha um laboratório grande, com tubos esquisitos e tinha uma cobaia chamada Barnabé. Ele vivia numa gaiola confortável. A professora também tinha um ajudante chamado Celso. Era um ajudante preguiçoso e resmungão.
Um dia, a professora Parassalsa teve que sair e pediu ao seu ajudante que fizesse a limpeza do laboratório. Mas, como ele era muito mandrião e achava que a professora não fazia nada e que passava a vida sentada à secretária, deixou-a sair e sentou-se ele na cadeira da professora, com os pés em cima da mesa a olhar para um cofre que havia no laboratório. Esse cofre tinha escrito ultra-secreto. Era sinal que ninguém podia mexer. Mas, Celso para além de malcriado era também desobediente e ganancioso. Então procurou as chaves nas gavetas da secretária e abriu o tal cofre. Surpresa! O cofre estava cheio de várias poções diferentes. Celso tirou-as para fora e como ele queria ficar rico precisava de as experimentar. Queria experimentar nele, mas, pensou que ainda não tinham sido testadas, por isso podiam não resultar. Então experimentou três poções na cobaia Barnabé. Sabem o que aconteceu? Pesquisem e procurem saber o final da nossa história. É muito engraçado.
Um livro ilustrado por KorKy Paul e texto de Robin Tzannes


EB1 do Falcão – 3º ano B

segunda-feira, 28 de abril de 2008

"A Menina Gotinha de Água" de Papiniano Carlos

Era uma vez uma gotinha de água que vivia no mar sem fim. Juntamente com as suas irmãzinhas formavam o Mar.
Um dia, a menina Gotinha de Água estava a dormir, a sonhar,…
Então o Sol beijou-a e logo ela subiu no ar.
No céu, olhou à sua volta e viu milhões de gotinhas como ela boiarem no ar.
Vieram os ventos e começaram a empurrar aquelas nuvens e a gotinha viajou por muitas terras.
Depois o vento parou. As nuvens escureceram como breu. A gotinha olhava para baixo e via a terra seca e pensou:
E se fosse dar de beber às flores, aos campos,…
E deixou-se cair, à frente de milhões de gotinhas em forma de chuva.
Então a menina Gotinha de Água, com as suas irmãzinhas, desceu aos caminhos escondidos na terra, passou entre as raízes das plantas, desceu, desceu sempre até que encontrou um palácio maravilhoso que havia no seio da terra.
Quando acordou, sentiu saudades do Mar e disse:
- São horas, irmãzinhas.
E pôs-se a saltar, de pedra em pedra, a correr, a saltar, a cantar toda contente. Atrás dela vinham suas irmãzinhas, e todas vinham muito contentes e felizes. Até que um dia chegaram ao estuário de um grande rio.
Eram agora milhões e milhões de gotinhas de água, a correr, a brincar, a cantar a caminho do Mar.
A menina Gotinha de Água pôs-se a correr mais ligeira, juntamente com as suas irmãzinhas e disse:
- Vamos, toca a andar, que estamos a chegar à nossa casa no Mar.
O céu estava cheio de gaivotas que brincavam com o fumo dos navios e alegremente cumprimentavam a gotinha.
Então, a linda menina Gotinha de Água viu que chegara finalmente ao Mar e desatou a cantar:
Eu sou a Menina Gotinha de Água,
Gotinha azul do mar,
Que fui nuvem no ar,
Chuva abençoada,
Fonte a cantar,
Ribeiro a saltar,
Rio a correr, e que volta à sua casa
Casa no mar
Onde vai descansar
Dormir e sonhar
Antes que de novo
Torne a ser
Nuvem no ar,
Chuva abençoada,
Fonte a cantar,
Ribeiro a saltar,
Rio a correr
E mar
Uma vez mais.




Trabalho dos alunos do 4º A da Escola do Falcão