As paredes do corredor ficaram cheias de palavras e imagens...
Vejam as fotografias...
Esta sugestão de leitura insere-se no âmbito do projecto “Hora do Conto” da turma do 2ºA da Escola do Falcão. A “Hora do Conto” tem lugar todas as semanas na nossa sala de aula. Pretende-se, desta forma, fomentar nas crianças o gosto pela leitura do livro infantil, promovendo o desenvolvimento das suas capacidades imaginativas e criativas e incutindo hábitos de leitura.Sinopse
Porque é que não existem animais do jardim zoológico na quinta, animais da quinta em casa e animais domésticos no jardim zoológico? Foi esta a brilhante ideia do João e do Miguel – trocar os animais de sítio!
A ovelha já devia estar cansada de falar sempre com ovelhas e carneiros e o tigre já tinha os pêlos em pé de conviver só com outros tigres… mas nem tudo correu às mil maravilhas! A cobra, o tigre, a ovelha, o peixe-dourado e o periquito mudaram mesmo de casa! Pobres animais…


Era uma vez um soldado que um dia foi à floresta e encontrou uma bruxa em cima duma grande árvore. A bruxa disse ao soldado para ir ao interior da árvore buscar um isqueiro. O soldado concordou e foi ao interior da árvore. O soldado desceu com uma corda e encontrou três cães que estavam a guardar a porta. Com alguns feitiços que a bruxa lhe ensinou conseguiu atravessar os cães. O soldado entrou e viu uma grande arca com ouro e lá estava o isqueiro que a bruxa lhe pediu. Quando o soldado se dirigiu à bruxa, esta tentou-o matar e ficar com a arca e o isqueiro. O soldado fugiu, levando a arca com o isqueiro e o ouro, e ficou rico. Foi para um hotel de cinco estrelas, pediu o melhor jantar, deu dinheiro aos pobres, comprou roupas novas e foi a bailes e festas. O soldado ficou sem dinheiro nenhum, mas lembrou – se do isqueiro. Mal abriu a porta encontrou um dos cães a roncar. O soldado sabia que o isqueiro era mágico e pediu para encher a arca com ouro. O soldado ficou rico outra vez e voltou à sua vida normal.
Resumo da História feito pela Inês, 2ºano, da Escola Nª Srª de Campanhã
Para ouvires esta história e veres as ilustrações, clica na imagem.

A nossa professora leu-nos uma história que gostámos muito, A Bruxa Mimi no Inverno de Korky Paul e Valerie Thomas, por isso vamos partilhá-la com vocês.
Turma 1ºA - Escola do Falcão

Foi uma ocasião especial e que vai ficar na memória de todos.
Os alunos, a propósito, disseram:
"Eu penso que a ida à Biblioteca Almeida Garrett foi muito divertida e diferente. Um colega meu era o apresentador e estava nervoso, porque ele dizia que se podia enganar, mas não se enganou.(...) Eu senti-me um bocadinho envergonhada, mas muito feliz. A professora disse que nos portámos muito bem e, no fim, as pessoas bateram palmas e eu gostei." (Francisca)
"Eu fui o apresentador e ao princípio estava nervoso, mas quando fui para o palco deixei de estar." (Miguel)
"Eu pensei que podia ir lá outra vez, é um sítio bom para dizer poesia a um público." (João)
"As poesias correram bem, porque dissemos com vontade e alegria." (Rafael)
"Eu gostei de declamar as poesias, pois acho que a poesia é uma canção de embalar." (Daniela)
"Eu gostei de lá estar, mas quando olhei para aquela gente disse assim: Tem calma, Ana. E assim aconteceu e gostei mesmo muito de lá estar." (Ana)
"Por mim, acho que todos nós gostamos muito de dizer poesia e qualquer dia vamos ser uns grandes poéticos." (Tatiana)
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Das poesias recitadas, escolhemos esta, que fala do Porto, cidade de granito, que tantas saudades deixa a quem daqui parte.

Era uma vez um escaravelho da batata chamado Bocage e uma menina chamada Ana.
Era uma vez uma professora chamada Parassalsa. Ela era famosa. Era a melhor cientista do mundo. A professora tinha um laboratório grande, com tubos esquisitos e tinha uma cobaia chamada Barnabé. Ele vivia numa gaiola confortável. A professora também tinha um ajudante chamado Celso. Era um ajudante preguiçoso e resmungão.