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quarta-feira, 25 de maio de 2011

Recontando...




Escola da Corujeira, 2ºA, Prof. Fernanda

segunda-feira, 16 de maio de 2011

O Cartaz para a Alice


A turma do 1.º A da EB/JI da Corujeira, inspirada na história de José Saramago, escolheu para ser a sua "Maior Flor" a Alice, uma menina que precisa da ajuda de todos. Assim, foram muitos os garrafões de tampas plásticas que a turma juntou e que o pai da Alice levou, juntamente com outros que todos os colegas da escola juntaram também.,

Foi com este cartaz que a turma participou no concurso "Conta tu outra vez", do projeto "Ler é Preciso!".

quinta-feira, 12 de maio de 2011

A maior flor do mundo em quadras




Turma 4ºB, EB1/JI da Corujeira

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Construção de flores em tecido

Com amostras de tecido, construímos flores para oferecer no Dia da Mãe.
Começámos por recortar pequenos quadrados de tecidos e, em seguida, dobramo-los de maneira a obtermos um triângulo. Com linha e agulha, cosemos os dois lados abertos de cada triângulo, juntando vários na mesma linha.
E assim surgiu uma bela flor!!

Turma 4ºB, EB1/JI da Corujeira







Primeiro contacto com “A Maior Flor do Mundo” de José Saramago

O nosso primeiro contacto com a obra agregadora do nosso agrupamento foi na biblioteca da escola. A professora Beatriz leu a história e mostrou algumas imagens. À medida que a professora lia, nós tentávamos encontrar algumas palavras que nos tinham sido dadas previamente.

Turma 4ºB, EB1/JI da Corujeira




quinta-feira, 28 de abril de 2011

Um bolo de anos


A Inês fez sete anos e celebrou-os com todos os colegas da turma. Este é um acontecimento habitual, mas desta vez foi difícil cortar e comer o bolo.

Estava queimado? Sabia mal? ... Não, nada disso. O bolo que a mãe lhe fez era tão original que merece ser falado.

Mais uma vez, Saramago deu o mote e vejam que bonito ficou o bolo da Inês.

Parabéns aos pais que conseguem interagir desta forma com a Escola, criando pontos de encontro a partir de dinâmicas que nela se desenvolvem.


segunda-feira, 11 de abril de 2011

Das flores nascem poemas


E o 1.º A da Corujeira versejou assim:

Eu vi a tulipa
Ao pé da tia Filipa.
Ela era amarela
E muito catita.


Eu vi uma margarida
Ao pé da Guida.
Ela estava partida,
Mas era colorida.


Eu vi uma camélia
Ao pé da Amélia.
A menina cortou a flor
E deu-a à Ofélia.


quarta-feira, 6 de abril de 2011

A nossa Flor


O 1.ºA ouviu a história de José Saramago, falou muito sobre ela e resolveu juntar rolos vazios de papel higiénico, restos de tecidos, revistas velhas, um balde sem asa que ia para o lixo ... e, com todo esse material, construir a sua maior flor, tão grande que desse a volta à sala.

Esta flor é uma flor muito especial, porque ela representa tudo o que precisa da nossa atenção e ajuda. Para a Iara, é a gata marota que o pai queria fazer voltar para a rua, para a professora é uma amiga doente que sentia falta de carinho, para o Gomes é a mãe que, quando está cansada, precisa de um afago... Para regar a nossa flor, descobrimos uma água também especial e com ela enchemos um regador bem grande que penduramos numa das paredes da sala.

No final, faltou algum material, mas, mesmo assim, a flor que foi construída é bem grande e enche os olhos a todos os que nos visitam.



sábado, 26 de março de 2011

A maior Flor do Mundo



O 1.º A ouviu a história de José Saramago com muita atenção e tentou recontá-la, usando as letras que dominava em fevereiro: as vogais e as consoantes p /t /l / d /m /c /q / n / v / r e os casos rr / [r] / ar-er-ir-or-ur /al-el-il-ol-ul / ã-õe-ão.



TURMA 1.º A





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segunda-feira, 7 de junho de 2010

A fada Oriana

A turma do 3ºA da Escola da Corujeira escreveu, com símbolos, a história da fada Oriana.
A história quase pode ser lida só através dos símbolos desenhados por cima das palavras.
As paredes do corredor ficaram cheias de palavras e imagens...

Vejam as fotografias...




quinta-feira, 13 de maio de 2010

"Uma história de espelhos" - personagens secundárias

A personagem principal do conto “Uma história de espelhos” de Luísa Amaral é a gata Papoila e, certo dia, ao mirar-se no espelho lá de casa, em vez de ver a sua imagem reflectida, viu três personagens que começaram a falar com ela e a contarem-lhe os seus problemas.
Primeiro começou a falar uma jovem bonita de cabelos compridos que usava um vestido com brilhantes, chamada Princesa Aurora. Os seus principais problemas eram: ter que ser sempre boazinha; ser adorada e protegida por ministros, pajens e aias; ter sempre a pele branquinha; ter que se casar com um príncipe do reino vizinho por indicação do pai. Mas a Princesa Aurora desejava ser técnica de computadores.


A segunda personagem a surgir foi a Fada Belaira que era uma senhora mais velha, com um diadema de flores e folhas entrançadas na cabeça. O principal problema da fada era ter perdido a varinha de condão.



Por fim, apareceu o Pirata-dos-sete-mares-mais-que-desconhecidos que era um homem de bigodes grandes, chapéu de três bicos, uma venda num olho e gancho numa mão. O pirata era infeliz porque perdeu o jeito para assaltar navios, não era capaz de saltar agarrado ao cordame para a proa de outro navio, já precisava de óculos e como leu mal uma carta marítima foi parar ao centro de um redemoinho e depois de várias peripécias aterrou num lago.


Turma 3ºB - Escola da Corujeira

domingo, 25 de abril de 2010

A gata Papoila

A gata Papoila tinha um pêlo curto, às manchas brancas e pretas e de um amarelo escuro. As patas eram brancas nas pontas e a parte interior era cor-de-rosa. A gata Papoila achava-se uma estrela de cinema e gostava de rimar, era enérgica, destemida e visionária. O grande problema desta gata era não comer “pardal com sabor a sol”.

Depois de termos feito o retrato físico e psicológico da gata Papoila do conto "Uma história de espelhos" de Ana Luísa Amaral, decidimos representá-la usando diversos materiais.

Turma 3ºB da EB1 da Corujeira



quarta-feira, 17 de março de 2010

"Crispim, o pirata que tinha medo da água"




A mãe de Crispim levou-o ao médico porque ele não queria tomar banho. O Dr. Azedas Fateixa disse que o pirata Crispim era hidrófobo, ou seja, tinha medo da água.
Nós pensamos que ele tinha horror à água porque leu às escondidas um livro que era proibido aos piratas menores de 46 anos. Crispim associava a água ao crocodilo que comeu a mão do Capitão Gancho na história de Peter Pan e como tinha receio que lhe acontecesse a mesma coisa, recusava-se a entrar na água.
Mas para salvar a tripulação do seu barco, Crispim lançou-se à água e foi pedir ajuda. A sua coragem permitiu libertar a fada que estava presa numa ostra há mais de seiscentos anos e com a ajuda desta, derrotar os fantasmas do Holandês Voador.

Turma do 3ºB
Escola da Corujeira

domingo, 7 de março de 2010


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Mais uma vez, o 4º A e o 10º E de Literatura encontraram-se e deram "Um Lugar aos Clássicos".

Desta feita, os alunos mais crescidos trouxesseram a Farsa de Inês Pereira de Gil Vicente, cheia de provérbios, e os mais pequenos apresentaram a encenação da Nau Catriena, uma lenda contada em verso, de origem popular, recolhida por Almeida Garrett.

Se quiserem conhecer/recordar o poema, devem clicar na nau.
A Farsa pode ver-se no sector do Secundário deste Blogue.
Para todos se lembrarem deste encontro, aqui fica uma seleção de imagens recolhidas nesse dia.


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Versejar as histórias


Com cores

É o arco das cores
Que no céu se levanta…
Parecem lindas flores
Que Igor sente!
Seus olhos apenas viam
Preto e branco…
Veio Íris
Misturada com cores e luz
E Igor soube!
O Príncipe via o preto
Quando vinha a tristeza!
O vermelho a arder
Quando sentia raiva!
O vermelho a aquecer
Quando agarrava o coração…
Iris mostrou um mundo colorido
Abrindo o sorriso como um turbante!
As cores…
No coração
Um arco-íris maravilhoso!

2.º A – Corujeira

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Da má sorte das princesas...

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...diz João Pedro Mésseder que nascem nomes de lugares.

O 4º A continuou a falar de lendas e a descobrir, no conto deste autor, a origem de algumas localidades que ficam aqui bem perto.

Rio Tinto
No tempo da reconquista cristã, houve neste local uma batalha entre mouros e as tropas de Hermenegildo. Morreu tanta gente que o sangue dos mortos e feridos acabou por tingir o rio que ali passa. A partir de então, este local passou a chamar-se Rio Tinto.


Montezelo
Montezelo é um monte que fica em Valongo e chama-se assim porque diz-se que, neste local, morreram três pessoas: um mouro, filho do senhor de Córdova, uma princesa cristã, chamada Dulce, e o irmão dela. O mouro por ciúmes e querendo zelar a sua honra, matou o irmão da sua mulher Dulce, julgando que era seu amante e, de seguida, suicidou-se. D. Dulce com a dor morreu também. O nome Montezelo resulta de monte+zelo (zelar – cuidar muito).

Pé de Moura
Pé de Moura é um local da margem esquerda do Rio Douro. Lá há uma rocha que parece ter a marca de um pé. O povo diz que é a marca do pé de uma moura e que ela o deixou aí gravado quando saiu do barco em que fugia com o seu amado da perseguição dos cristãos.


Lomba
Os dois apaixonados, que deram origem ao nome da localidade Pé de Moura, continuaram a fugir, subindo uma pequena encosta e chegaram a uma mata. Esse local ficou conhecido por Lomba.


Pedorido
O mouro e a moura continuaram a fugir, o caminho era difícil e a moura queixou-se com dores nos pés. A esse local passou-se a chamar Pedorido.





Raiva
Os dois continuaram a fugir dos cristãos até que chegaram a um lugar em que sentiram muita revolta. Por isso, a esse lugar deu-se o nome de Raiva.

Rio Mau
Este mouro e esta moura continuaram a fugir. Entraram de novo no barco, mas houve uma tempestade e o barco naufragou. Ao local onde o barco foi ao fundo o povo passou a chamar Rio Mau.


Moura Morta
O corpo desta princesa moura foi empurrado pela água e apareceu na margem, num local a que se chama Moura Morta.

Turma 4º A

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Um poema...

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Meu amigo

Ter um amigo
É ter um mundo inteiro…
É brincar, aprender, ajudar
Com um sorriso aberto!
Ter um amigo
É partilhar o mesmo olhar
É um abrigo perpétuo!
Meu amigo
Nunca estou só
Basta estender a mão
E o meu mundo ilumina-se!
É caminhar lado a lado
É ver o mesmo sol,
Deixar, na areia, as mesmas marcas,
Trepar aos mesmos ninhos…
Ter um amigo
É um baú valioso
A transbordar de riquezas…

TURMA 2.º A
(participação no concurso "Faz lá um poema")

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

À VOLTA DE UM CONTO...

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Já tínhamos ouvido falar de lendas. Contudo, ao ler o conto de J. Pedro Mésseder "Da má sorte das princesas nascem nomes de lugares", resolvemos pesquisar e aprender mais sobre o assunto.




O que é uma lenda?
Lenda é uma história inventada pelo povo para explicar aquilo que é difícil perceber. Normalmente, uma lenda tem um fundo de verdade, mas está cheia de imaginação popular. As lendas eram histórias transmitidas oralmente de pais para filhos e só mais tarde é que passaram à forma escrita.

Há vários tipos de lendas: religiosas, históricas, ligadas aos nomes dos locais, a figuras fantásticas, como os gigantes, o diabo, bruxas, monstros…

As lendas religiosas falam de figuras religiosas que interferem na vida dos humanos. "A Lenda de S. Martinho" é um exemplo de lenda religiosa.

As lendas ligadas aos nomes dos lugares explicam o nome dado a determinados locais. Como exemplos destas lendas, temos: “A Lenda de Rio Tinto”, “A Lenda de Cascais”, “A Lenda de Valongo”, “ A Lenda de Contumil”, "A Lenda de Moura"…

As lendas históricas falam de figuras da História de um país, mas também de monumentos e factos importantes. Como exemplo, temos “A Lenda da Padeira de Aljubarrota”, “ A Lenda de D. Sebastião”, “A Lenda da Torre dos Clérigos”…

As lendas ligadas às figuras fantásticas explicam determinados acontecimentos através da intervenção do Diabo, de monstros, de bruxas… Como exemplo, podemos falar da “Lenda do Gigante Adamastor”.




Para conheceres algumas das lendas que descobrimos, basta clicares nos livros















Turma 4º A