domingo, 7 de março de 2010


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Mais uma vez, o 4º A e o 10º E de Literatura encontraram-se e deram "Um Lugar aos Clássicos".

Desta feita, os alunos mais crescidos trouxesseram a Farsa de Inês Pereira de Gil Vicente, cheia de provérbios, e os mais pequenos apresentaram a encenação da Nau Catriena, uma lenda contada em verso, de origem popular, recolhida por Almeida Garrett.

Se quiserem conhecer/recordar o poema, devem clicar na nau.
A Farsa pode ver-se no sector do Secundário deste Blogue.
Para todos se lembrarem deste encontro, aqui fica uma seleção de imagens recolhidas nesse dia.


quinta-feira, 4 de março de 2010

O Espantalho Enamorado

Depois de ouvirmos a linda história de amor entre o espantalho Gustavo e a menina–espantalho chamada Amélia fizemos o reconto. De seguida cada um pintou um espantalho a seu gosto. Ficaram todos bonitos, mas escolhemos o do Tiago como o mais giro.

Era uma vez um espantalho chamado Gustavo que estava apaixonado por uma menina-espantalho chamada Amélia, que vivia no topo da colina. Ele sonhava com o dia em que a iria abraçar.
Ele tinha muitos amigos, principalmente os pássaros que devia espantar. Eram eles que levavam as suas mensagens de amor à Amélia. Em troca deixava-os picar o milho.
Um dia veio um caçador. O Gustavo, para avisar os seus companheiros, gritou:
- Inimigo à vista.
E rapidamente todos os animais desapareceram, mas uma codorniz não foi suficientemente rápida e o caçador disparou contra ela. Quando o caçador andava à sua procura o Gustavo viu que a codorniz estava escondida no seu bolso. O caçador, como estava com muito calor, pôs o seu cachecol no braço do Gustavo e foi-se embora.
A codorniz saltou do bolso do Gustavo e agradeceu-lhe por lhe ter salvado a vida.O Gustavo pediu então à codorniz que levasse o cachecol à Amélia porque devia estar cheia de frio, e foi o que ela fez. Quando chegou lá, contou à Amélia que Gustavo gostava muito dela e que queria casar com ela. Ela acenou-lhe com o cachecol. O caçador, entretanto, voltou e queria o seu cachecol de volta. Como Gustavo já não o tinha o caçador ficou furioso e quando se aprontava para tirar o casaco e a camisa ao Gustavo, os seus animais lançaram-se ao ataque e o caçador pegou no Gustavo e foi subindo a colina com os animais atrás dele, até que chegaram ao pé da Amélia. O caçador pousou-o ao lado dela e eles finalmente abraçaram-se, casaram e foram felizes para sempre.

Turma 3ºB - Escola do Falcão

O Isqueiro Mágico


Era uma vez um soldado que um dia foi à floresta e encontrou uma bruxa em cima duma grande árvore. A bruxa disse ao soldado para ir ao interior da árvore buscar um isqueiro. O soldado concordou e foi ao interior da árvore. O soldado desceu com uma corda e encontrou três cães que estavam a guardar a porta. Com alguns feitiços que a bruxa lhe ensinou conseguiu atravessar os cães. O soldado entrou e viu uma grande arca com ouro e lá estava o isqueiro que a bruxa lhe pediu. Quando o soldado se dirigiu à bruxa, esta tentou-o matar e ficar com a arca e o isqueiro. O soldado fugiu, levando a arca com o isqueiro e o ouro, e ficou rico. Foi para um hotel de cinco estrelas, pediu o melhor jantar, deu dinheiro aos pobres, comprou roupas novas e foi a bailes e festas. O soldado ficou sem dinheiro nenhum, mas lembrou – se do isqueiro. Mal abriu a porta encontrou um dos cães a roncar. O soldado sabia que o isqueiro era mágico e pediu para encher a arca com ouro. O soldado ficou rico outra vez e voltou à sua vida normal.

Resumo da História feito pela Inês, 2ºano, da Escola Nª Srª de Campanhã

Para ouvires esta história e veres as ilustrações, clica na imagem.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

A gata Papoila

Depois de termos lido "Uma história de espelhos" de Ana Luísa Amaral, decidimos fazer o retrato físico e psicológico da gata Papoila. Por fim, desenhámos a “nossa” Gata Papoila. Vejam como ficou…


3.ºA
Escola do Falcão

Lenda de uma Princesa Moura


A moura fugia com o seu amado
Mal numa rocha tocou
Seu pé ficou marcado
E ao lugar Pé de Moura se chamou

Matagais e subidas
Eles passaram
Lomba foi o nome
Que lhe chamaram

De muito caminhar
A princesa moura já cansada
O pé dela estava dorido
Passou a chamar-se Pedorido

Com a sua sorte
A princesa irritada
Passou num lugar
E Raiva se passou a chamar

Zangada com a sua sorte
Continuou a navegar
Ao passar num lugar
Raiva se passou a chamar

A Moura e o seu amado
Ao navegar foram ao encontro do azar
Foi ao fundo o barco de pau
E ficou a chamar-se Rio Mau

Ela e o seu amado morreram
Nunca mais cá apareceram
A Moura apareceu na margem
Ficou a chamar-se Moura Morta

4º A, Escola N.ª Sr.ª de Campanhã

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Versejar as histórias


Com cores

É o arco das cores
Que no céu se levanta…
Parecem lindas flores
Que Igor sente!
Seus olhos apenas viam
Preto e branco…
Veio Íris
Misturada com cores e luz
E Igor soube!
O Príncipe via o preto
Quando vinha a tristeza!
O vermelho a arder
Quando sentia raiva!
O vermelho a aquecer
Quando agarrava o coração…
Iris mostrou um mundo colorido
Abrindo o sorriso como um turbante!
As cores…
No coração
Um arco-íris maravilhoso!

2.º A – Corujeira